quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O Tarot e os Florais de Bach




De que forma os Florais podem auxiliar quando somados a uma consulta de Tarot?

Quando consultamos o Tarot para as questões de saúde temos o direcionamento para as tendências emocionais, físicas, mentais, astrais. A partir das cartas e junto com o relato do consulente, avaliamos o que causa sofrimento ao indivíduo, por exemplo, uma situação que não se resolve por causa de ansiedade, ou indecisão, o floral é indicado como estímulo para que ajude a definir o que seja benéfico ou não, trabalhando a consciência.
O jogo de Tarot orienta para uma tendência mais evidente do ponto fraco da pessoa. As cartas “conversam” entre si e direcionam as condutas do terapeuta. É enriquecedor para o consulente/paciente e para o tarólogo/terapeuta, pois aparecerem informações que provavelmente o terapeuta não faria uma relação tão direta ou levaria mais tempo (algumas sessões) para chegar à “descoberta”. Em muitos dos casos o paciente relata o seu sofrimento, mas não tem consciência de sua origem que está em planos sutis.


Os Florais de Bach podem atuar no sofrimento gerado pelo problema de saúde, ou podem atuar no sofrimento causador dos prejuízos à saúde. São direcionados às dificuldades, ao que causa sofrimento, à forma que aquela pessoa reage diante das adversidades. A partir do momento em que essas dificuldades são levadas à consciência, começam a ser trabalhadas com harmonia. O trabalho do floral é sempre voltado para dentro do ser humano e sua manifestação reflete para o convívio social, isto é, na relação do indivíduo com o seu ambiente. Por exemplo, o indivíduo entende que poderia ter agido ou reagido de outra forma evitando uma situação desagradável. Numa próxima oportunidade (que provavelmente terá) esse indivíduo já vivenciou na sua mente uma reação buscando a harmonia e assim evitando um possível desgaste.


Não existe um protocolo pois cada Arcano tem várias possibilidades de combinação com os Florais, e isso vai depender do que causa desconforto para aquela determinada pessoa. O que causa sofrimento para um, pode não causar para outro. A orientação se faz com o retorno que o consulente dá na hora e não com o que o terapeuta acha que “cairia bem”, pois a essência floral precisa estar no consciente do consulente e não do terapeuta. 




Camila Rocha

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